Mudas de eucalipto: como fortalecer e preservar a produção
Para todo produtor de eucalipto, o sucesso da cultura depende de uma plantação livre de pragas e doenças. E para conseguir esse resultado, é fundamental a atenção à fase inicial do ciclo, que trata do cuidado e preparo das mudas. Nesse estágio, o manejo e o correto controle das pragas ajudam a garantir um arranque mais rápido, contribuindo para maior produtividade e rentabilidade.
A importância das mudas, da escolha do clone ao plantio
Geralmente as mudas são adquiridas em viveiros ou produzidas pelo próprio produtor, a partir de clones e áreas de produção. O produtor precisa sempre estar atento a qualidade, observando o seu tamanho, parte aérea e sistema radicular.
As mudas podem ser elaboradas em diferentes tipos de recipientes, como tubetes, laminados e até mesmo sacos plásticos. Seja qual for a opção escolhida, é importante ter cautela no momento da retirada dos recipientes para o plantio. Afinal, todos esses cuidados influem diretamente na produtividade e rentabilidade da cultura.
Pragas podem prejudicar o desenvolvimento
É essencial estar atento ao surgimento de pragas nas mudas dos eucaliptos, o que pode trazer prejuízos ao produtor. As formigas-cortadeiras e os cupins, por exemplo, atacam as plantas em diferentes estágios de desenvolvimento, do viveiro até a colheita, mas eles podem ser combatidos com defensivos e até técnicas de exposição das mudas.
Outros insetos que costumam causar problemas são grilos, lagartas, moscas-das-raízes e paquinhas. Psilídeos, pulgões, cochonilhas e vespas-de-galha também podem danificar viveiros, principalmente em jardins clonais de eucalipto.
Para ajudar a proteger a produção contra esses invasores, favorecendo um desenvolvimento saudável, é fundamental o uso de soluções que auxiliam no fortalecimento e resistência das mudas, como os indutores de resistência e os bioestimulantes.
Conhecendo os indutores de resistência e os bioestimulantes
Ferramentas importantes para o Manejo Integrado de Doenças (MID), os indutores de resistência são agentes – bióticos ou abióticos – capazes de ativar respostas de defesa localizadas ou de maneira sistêmica nas plantas. Dessa forma, o cultivo se torna mais resistente ao ataque de patógenos, minimizando danos.
Já os bioestimulantes são produtos que auxiliam na fisiologia da planta. Eles estimulam processos naturais, como a absorção de nutrientes e a tolerância a estresses abióticos (restrição hídrica e temperatura, por exemplo), possibilitando o aumento da produtividade.
A Syngenta coloca à disposição do produtor um indutor de resistência e um bioestimulante desenvolvidos especialmente para a preservação das mudas de eucalipto.

| Quantis® é um bioestimulante de origem natural à base de aminoácidos e nutrientes. Sua aplicação via foliar no viveiro e/ou irrigação pós-plantio favorece a absorção de nutrientes pela planta e induz mecanismos de resposta ao estresse abiótico (como choque pós-transplante decorrente de mudança de ambiente) |

De ação preventiva, Bion® é o único produto de mercado que, ao ser aplicado na parte aérea das plantas, ativa os seus próprios mecanismos naturais de defesa e aumenta sua resistência às doenças bacterianas (Xanthomonas axonopodis e Pseudomonas cichori), promovendo maior resistência a fungos e bactérias. Bion® é absorvido rapidamente pelos tecidos foliares, translocando-se sistematicamente tanto para as folhas quanto para as raízes. Essa característica proporciona proteção generalizada. |
A Syngenta trabalha dia a dia para ajudar o produtor em todas as etapas do plantio. Para conferir outras soluções da marca para a cultura do eucalipto,
forestry.syngentaturflandscape.com/pr-br/knowledge

